quarta-feira, julho 05, 2006

As horas a que eu nasci...



e que pena,
brota da saudade em mim,
por não ter, nunca mais, de passar,
um minuto em branco, mil segundos por ti...

Um quarto para as 5...5 menos um quarto...
o que te importa,
as horas a que eu...
nasci...

7 comentários:

Anónimo disse...

reticências retóricas em completar de leituras que contam-me pedaços grandes, poucos, pequenos, muitos que podem ser teus mas não posso ouvi-los... gritaram-me ao ouvido num silêncio surdo

idis

Bullet_Proof_essor disse...

Reticências, porque o mundo é sempre, todos os dias, tão infinito e feito de pedaços que têm o tamanho ideal, para se encaixarem no puzzle que vou construindo à volta de quem sou e do que sinto...nunca do que (não) tenho...Obrigado pelo comentário...Mi casa es su casa...:)

joana disse...

Nada!
A mim de nada me importa, a hora a que nasces ou a hora a que morres, a mim só me importa aa horas que não contas porque estás a viver.
beijo bruno

vidinha disse...

Porque demoras tanto a colocar aqui qualquer coisa. Começa a tornar-se "desesperante" abrir o blog dia após dia, sem ter algo novo. São necessárias as lufadas de ar fresco que a tua escrita proporciona e a tua sugestão musical que admiro tanto!

Bullet_Proof_essor disse...

Obrigado Joana...e viver é lindo...não é?...Beijinhos...

Bullet_Proof_essor disse...

Vidinha...muito honestamente, obrigado pelas tuas palavras...nem sei o que dizer...mas, nem sempre a vida te inspira, nem sempre ela é musa, seja pelo bem ou pelo mal...para além do mais, estive de férias...mas muito obrigado por, por aqui, passares...bem perto...beijo...

Carla M. disse...

...palavras para quê?!
Como sempre as (tuas) palavras (nos) levam a ficar "ansiosos" por elas...
Simplesmente...(sem) palavras!
Pela plenitude da "própria" palavra...Bruno!